sábado, 24 de janeiro de 2009

novo trabalho

trabalho novo
sem carteira assinada, sem barraca para fincar na areia
e o vento?
ninguem está entendendo nada
só meu amor está tentando...
obrigado amor
já já vai provar meu novo gosto
misturar os rostos
eu também quero saber..
logo logo te provarei de novo
quebrando mais uma casca
bem-vindo o ovo!

OSHO

Hoje é o badalar do sino
Toca longe pra avisar que a casa hoje te recebe rindo
Hoje a casa tá com o riso frouxo
Benvindo ao seu lar felino
gato Osho




quarta-feira, 3 de setembro de 2008

RODAS


Hoje a casa roda
Gira contra moda
Corre estrada e para no mato
Casa no momento exato

Amor que não se acomoda
Amor que cura e dá febre
Esquenta nas nossas veias
Corre nas suas quatro rodas

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

ILHA



Neste começo de Agosto, dias de garoa, noites frias. Nada que nos impeça um mergulho. Mergulho de Vida.

domingo, 6 de julho de 2008

julho



Neste domingo dia 06 de julho

Mais um dia lindo no rio. Fora o fato de ter que trabalhar. tudo bem. alguem tem. Quero pegar meu amor e viajar. Meus pais embarcam amanha pra inglaterra, minha irma foi hoje pra argentina. Mais um dia lindo no rio. Fora o fato de eu ter que ficar. tudo bem. alguem tem. Falando em fato. ontem foi o casamento da alana.

terça-feira, 13 de maio de 2008

TINHA




minha preta ta pre tinha.
tinha, tinha ti amo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

DOMINGO DA VIOLA


Pois é, mais um domingo dourado de folga. Na casa do horto é folga certa. E folgo em saber que meu amor que também é dourado folga nos meus braços. Logo meu braço largo abraça um domingo de amor. é obra, ducha e... Paulinho da viola.


Hoje eu vi minha nega
Como venho quando posso
Na boca as mesmas palavras
No peito o mesmo remorso
Nas mãos a mesma viola onde gravei o teu nome (bis)
Venho do Samba há tempo, nega
Venho parando por ai
Primeiro achei Zé Fuleiro que me falou de doença
Que a sorte nunca lhe chega
Que está sem amor e sem dinheiro
Perguntou se não dispunha de algum que pudesse dar
Puxei então da viola
Cantei um Samba para ele
Foi um Samba sincopado
Que zombou de seu azar

Hoje eu vim, minha nega
Andar contigo no espaço
tentar fazer em teus braços um Samba puro de amor
Sem melodia ou palavra para não perder o valor (bis)

Depois encontrei seu Bento, nega
Que bebeu a noite inteira
Estirou-se na calçada
Sem ter vontade qualquer
Esqueceu do compromisso que assumiu com a mulher
Não chegar de madrugada
e não beber mais cachaça
Ela fez até promessa
Pagou e se arrependeu
Cantei um Samba para ele que sorriu e adormeceu

Hoje eu vim, minha nega
Querendo aquele sorriso
Que tu entregas para o céu
Quando eu te aperto em meus braços
Guarda bem minha viola, meu amor e meu cansaço (BIS)

Por fim achei um corpo, nega
Iluminado ao redor
Disseram que foi bobagem
Um queria ser melhor
Não foi amor nem dinheiro a causa da discussão
Foi apenas um pandeiro
Que depois ficou no chão
Não tirei minha viola
Parei, olhei, fui-me embora
Ninguem compreenderia um Samba naquela hora

Hoje eu vim, minha nega
Sem saber nada da vida
Querendo aprender contigo a forma de se viver
As coisas estão no mundo só que eu preciso aprende

domingo, 2 de dezembro de 2007

AGORA NOUTRA HORA


Agora, noutra hora, noutro Domingo nublado, Sereno do lado de fora. Do lado de dentro a hora é quente como feijão fresco. E como mesmo. Como um deja vu.
As coisas simples são mesmo as mais belas.

MEU AMOR
MINHA PRETA
MINHA PRATA
TEU PRATO EU COMO E ME FARTO
TEU CORPO EU HABITO
E ANTES QUE A FALTA DOMINE
EU GRITO
ALINE, ALINE

sábado, 17 de novembro de 2007

Soneto do Amor Total



Amo-te tanto, meu amor ... não cante
O humano coração com mais verdade ...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes

carinhosos para poder ferir


tô te explicando para te confundir, tô confundindo para te esclarecer, tô iluminado para poder cegar, tô ficando cego para poder guiar...TOM ZÉ..suavemente para poder rasgar...tô dividindo para poder sobrar...tô aqui comendo para poder vomitar...
muito bom!!!
olho fechado para te ver melhor...atrás da vida para poder morrer...

AGORA


Estamos em casa no horto, esperando as obras de em um outro apartamento também aqui perto.
Aqui para quem conhece é noticia.
Antes do B. ir trabalhar nós estamos curtindo o tempo que esta tão vertcal e chuvoso. O cheiro do feijão já esta chegando aqui no nariz do computador. A. está na cozinha acabando de preparar a bóia enquanto acaba seu cálice de vinho. Tudo parece perfeito. Se não fosse o fato do pato. Quando João Gilberto aparece no horto com sua música perfumada de incenso mas que é tombada como nova.E é.
É sabido que nada tem o farto prato do burgues além do prazer barato, vamos esfumaçar aqui a cabeça do homem.
Nada demais que eu, voce e aquele poeta nao tentem fazer de vez em quando. E quando o mundo tá enviesado e eu me olho torto, volto pra casa que é a casa do horto